segunda-feira, 30 de junho de 2008

Kobolds! Kobolds?

Determinados e seguros de que deveriam, antes de mais nada, tratar do problema que assolava os fazendeiros de Neve Morta, rumaram pela Estrada Sul até as escapras das colinas (de onde vem os ataques, segundo o que ouviram).
Aos poucos a paisagem bucólica dos campos foi dando espaço aos picos e solo rochoso das colinas, o que era um indício de que o perigo estava por perto. Procurando atentamente, localizaram uma caverna em um ponto alto nas colinas, que parecia ser o ponto perfeito para a existência de um covil de criaturas vis e traiçoeiras.
Após uma breve, porém difícil escalada, chegam à entrada da caverna, que se revela realmente como a moradia de um bando de kobolds.

"Devem ser os Kobolds mesmo os responsáveis opr tais ataques! Vamos cuidar deles!"

"Temos que prosseguir com bastante cautela a partir daqui. Lembrem-se que aonde vão os Kobolds, dragões dormem", lembrou Balazar, demonstrando conhecimento nato sobre os dragões e seus consortes.

As pequenas bestas reptilianas, contudo, não estavam dispostas a colaborar com o intento justiceiro do grupo, e uma feroz luta foi travada entre os destemidos aventureiros, os numerosos kobolds e alguns mortos-vivos que descansavam numa sala fechada no meio do covil (que parecia uma espécie de templo maligno abandonado). Os kobolds foram derrotados, um sobrevivente que aceitou a oferta de rendição de Galdir foi interrogado (mas nada foi descoberto dele, por incompatibilidade de idiomas...), e depois liberado, para fugir agilmente por entre as colinas. Porém algo não estava certo. No covil não havia nenhum indício dos bens roubados, ou do seu paradeiro.

"É, tudo indica que não foram os Kobolds, afinal de contas", proferiu Kamil, após revistar todas as salas da caverna novamente. "Vamos procurar mais".

E, ao sair da caverna, a visão que revela que Balazar estava certo assusta a todos: um grande dragão branco sobrevoa o vale, vindo de algum ponto atrás das colinas, e segue rumo ao sul, sem perceber a presença dos aventureiros.

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